07
maio
Município de Lisboa galardoado com o Smart 50 Award

O Município de Lisboa recebeu o prémio Smart 50 Awards, no passado mês de abril, na cidade norte-americana de Denver. Este prémio, que reconhece projetos inteligentes, destacando o trabalho mais inovador e impactante que se vai fazendo nas cidades, foi recebido pelo Diretor do CGIUL – Centro de Gestão e Inteligência Urbana de Lisboa, Engº João Tremoceiro, no Smart Cities Connect, o maior evento de Smart Cities na América do Norte. 

O prémio atribuído a Lisboa, no segmento de Transformação Digital, distinguiu a PGIL – Plataforma de Gestão Inteligente de Lisboa, gerida pelo CGIUL.

Esta plataforma é uma solução tecnológica integradora de diversos sistemas, que permite a monitorização, análise e gestão da cidade de forma mais eficiente e em tempo real. Neste momento integra dados disponibilizados por 13 serviços do município e 8 parceiros externos, em áreas como higiene urbana, mobilidade, ambiente e espaço público, gerando importante informação de apoio à decisão.  Para além disso, é a infraestrutura informática de suporte ao COI - Centro Operacional Integrado de Lisboa, um centro de operações através do qual o município pretende melhorar a gestão operacional da cidade, otimizando a capacidade de resposta face aos problemas do dia-a-dia.  Utilizando a PGIL– Plataforma de Gestão Inteligente de Lisboa, o Município pode fazer uma mais eficaz gestão dos recursos, partilhar informação, promover a transparência e a inovação, e disponibilizar novos e melhores serviços ao cidadão.

04
Dez.
Agenda Cultural de Lisboa no Lisboa Aberta

Lisboa continua a apostar na promoção dos dados abertos. Os dados da Agenda Cultural de Lisboa já estão no Lisboa Aberta. Através da API da Agenda Cultural os utilizadores podem aceder aos eventos programados, por tipo de evento, localização, horários, público-alvo, e desenvolver formas criativas de reutilizar a informação.

Convidamo-lo a explorar a API

25
Out.
A importância dos dados abertos nos serviços públicos

O aumento dos dados produzidos e a velocidade com que são gerados tem sido uma das grandes alterações promovidas pela tecnologia nas últimas décadas. A qualquer hora, à nossa volta, os dados são gerados por sensores em milhões de dispositivos, máquinas e veículos. As empresas e os governos produzem uma quantidade prodigiosa de dados, estruturados e não estruturados, a uma taxa sem precedentes.

A interpretação e partilha deste volume de informação acarreta alguns desafios, mas também grandes oportunidades para a economia, que nunca se baseou tanto no poder da informação e da sua partilha entre entidades e serviços.

Os serviços públicos, que tradicionalmente se associam a burocracia e sistemas tecnológicos pesados e desatualizados, têm sofrido uma grande transformação nos últimos anos. Tem-se investido muito na interação com os cidadãos e na transformação ou integração dos sistemas legacy para tirar partido de tecnologias mais recentes na prestação desses serviços. Uma das próximas apostas será o aproveitamento dos dados abertos e disponibilização de APIs para melhorar a forma como servem e respondem às necessidades da população.

Os dados abertos são dados que podem ser utilizados livremente, reutilizados e redistribuídos por qualquer pessoa, sem restrições de direitos autorais, patentes ou outros mecanismos de controlo. Aplicado a entidades públicas, significa permitir que qualquer entidade ou cidadão tenha acesso aos dados das entidades públicas de forma gratuita e livre. Desta forma, não são apenas as entidades públicas a ganhar com o tratamento destes dados, todos os cidadãos podem aproveitar os dados públicos, que podem ser partilhados ou incluídos em novas plataformas ou serviços, quer para projetos pessoais, quer comerciais.

A disponibilização de dados abertos propicia o surgimento de novas ideias para promover a transparência, o crescimento da economia e a participação dos cidadãos. São também uma das ferramentas mais importantes para partilhar conhecimento científico e promover a inovação.

Mas estes dados são apenas úteis se forem partilhados num formato padronizado e cuja fonte seja facilmente identificável, de acordo com o Open Data Institute, uma entidade cuja missão é promover a inovação através de dados.

Pode ler o artigo completo em Diretório Global das TIC, Empresas e Profissionais 2018/2019

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